domingo, 11 de novembro de 2007

cheguei


O voo foi super tranquilo. Dormi todo o percurso e nao estranhei o fuso horario daqui. Me adaptei facilmente.
A Australia parece ser mesmo linda. A lugar onde moro, na regiao norte de Sydney, e' muito bonito. A vizinhanca e' super tranquila. Os australianos parecem ser simpaticos e sem stress algum. Acho que a razao e' viver perto do mar.
No meu primeiro dia fui ate' a praia que fica poucas quadras de casa. Avistei uma baleia, muito lindo. Sentei de frente para o mar e parei para tentar me recompor... era muito sentimento junto: deixar o Brasil de novo, a familia e os amigos, recomecar mais uma vez uma nova vida, procurar um novo emprego, se adaptar a um novo lugar. Ufa! Entao vamos la'!
O final de semana foi intenso, com caminhadas pelas encostas, banho de mar e barbie, a abrevisacao para o barbecue australiano.
Aqui tudo e' muito lindo, coberto de muito verde e agua... agua para todo o lado. Nao tem mar que nao tenha onda, nao tem praia que nao tenha surfista.
Estranho mas foi somente hoje que a ficha caiu. Foi quando voltavamos pra casa, num ponto alto da cidade, que avistei mais uma vez o mar. Pareceu imenso la de cima. Foi entao que eu me dei conta que eu estava aqui, na Australia! Mamae, cheguei!

segunda-feira, 29 de outubro de 2007


Para um novo mundo, lá vou eu.

Quando os primeiros navegadores holandeses, portugueses e espanhóis avistaram a Austrália, a denominaram Terra Australis Incognita, nome oriundo do latim que significa “terra desconhecida do sul”. Geograficamente para o mundo a Austrália era um pai's invisível, uma vasta terra que estranhamente foi desconsiderada pelos cartógrafos sem nada que justificasse a sua ausência no mapa-múndi.
A Austrália faz parte do continente mais novo do mundo – a Oceania. Apesar de ser habitada por aborígenas há mais de 40 000 anos, somente há 2 séculos se iniciou a sua colonização por europeus. Hoje a Austrália é um dos maiores destinos de imigrantes, 23,1% da sua população é formada por estrangeiros, entre eles, os brasileiros.
Mas o que faz da Austrália, lá no “fim do mundo”, ser um lugar tão procurado para viver?
“A Austrália é o paraíso”, escutei de muitos que visitaram o país. “É o mundo perfeito” ou “o Brasil que deu certo”. Lá tudo é bom, tudo funciona. Abundancia de natureza com praias maravilhosas, parques e reservas naturais, apesar de boa parte do país ser desértico. Oportunidades, educação e uma economia estável fazem da Austrália um país seguro para se viver. Um país de pessoas felizes e que amam o esporte.
Mas é longe. Bom, algo ruim tinha que ter. São quase 17h de vôo e 12h a mais de fuso horário. Dizem que no aeroporto de Sydney todos parecem bêbados, chegam cansados de voar e tontos com o fuso horário. Demoram de 2 a 3 dias para se recuperarem do “transe” e entrarem normalmente no fuso do país.
Nunca me imaginei na Austrália, nem passava pela minha cabeça sequer visitar o país. Minha escolha foi amadurecendo e agora estou a poucos dias do portão de embarque. Quem diria!
Com certeza será mais uma experiência incrível na minha vida e estou entusiasmada com a viagem. Chegou a hora de mudar de novo, de conhecer o outro lado do mundo. Recomeçar mais uma vez. Seguir em frente ou como dizem os australianos: go for your life.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Insegurança 24hrs

Semana passada eu li um texto escrito por uma celebridade da televisão brasileira, que possui sua coluna no jornal Folha de São Paulo. O autor descreve o assalto que sofreu logo após o almoço nos Jardins, um bairro de classe alta da maior cidade do nosso país.
Dois motoqueiros apontaram uma arma na sua cabeça e o obrigaram a entregar o relógio. Indignado com a situação e sem se conformar com o ocorrido, o apresentador de TV cita o caso dele com muita revolta, talvez por ter sido o primeiro assalto sofrido e num dos bairros mais chiques de São Paulo, em plena luz do dia.
A violência está hoje em todos os lugares no Brasil. Não precisa estar próximo da favela ou em locais suspeitos para sofrermos um assalto. A violência não escolhe mais o dia da semana, a hora para acontecer ou quem irá atacar. A verdade é que muitos de nós, classe média alta, vivemos numa redoma de vidro, protegidos porém sem liberdade. Um dia essa redoma se quebra e nos deparamos com o terror que até então passava distante de nós.
No Brasil, apesar de nunca ter sido assaltada, vivo 24 horas insegura. Quando eu cheguei esse sentimento era bem maior. Estava com medo de, no caminho do aeroporto para casa, roubarem minhas malas e levarem meu laptop.
É que quando a gente vive num país mais desenvolvido a gente aprende a perder o medo, a andar seguro nas ruas, a caminhar tranqüilo. Parece que aos poucos aquele sentimento de insegurança vai diminuindo e vamos nos acostumando com uma nova realidade, uma realidade sem a sensação de medo.
Voltar a pisar no Brasil e sentir medo é revoltante. Mas agora, depois de três semanas aqui, parece que eu já me acostumei de novo com a situação do país. E é assim que vejo amigos e família vivendo no Brasil. Quase que acostumados e conformados com o sentimento de insegurança. Alguns não têm nem idéia como é viver sem, não têm opção de escolha, não conhecem o outro lado. Já outros nem querem conhecer.
Neste final de semana assisti Tropa de Elite, o famoso filme brasileiro que mostra o caos e a corrupção do nosso sistema público e julga a classe média alta da sociedade como financiador do tráfico de drogas. O filme mostra cenas violentas de situações reais em uma das maiores favelas do Rio de Janeiro. Assistir Tropa de Elite me fez dormir pensando: “O quanto vale viver num país assim?”, ou melhor, “Como ser feliz num país assim?”
Eu converso com amigos e vejo que a sociedade jovem de hoje, aquela que tem condições de melhorar a situação, nada faz para ajudar. Somos individualistas. O problema é tão complexo que a gente já desiste antes mesmo de tentar resolver, mas também não faz nada para amenizar. Culpar o governo é mais fácil. Eu, infelizmente, sou mais uma dessas pessoas que desistiu antes de começar. Confesso que me sinto culpada às vezes por não tentar ajudar a mudar. Pra mim restou apenas a pergunta: Para onde fugir?
Fui questionada várias vezes pela escolha que tomei: morar em outro país. Deixar família e amigos pra trás não é fácil. Mas não é fácil morar no Brasil também. Eu coloquei na balança e pesei o que realmente tem valor pra mim. A família e os amigos são insubstituíveis, sempre serão. Mas um dia quero casar e ter filhos, ter a minha família que será insubstituível pra mim também. Eu não quero dar chance ao azar e perder um filho ou marido num assalto. Também não me submeto a viver numa redoma de vidro, sem liberdade.
Uma arma apontada na cabeça deve dar um medo imensurável. Você fica na mão de um assaltante que, a qualquer momento, pode apertar o gatilho e fim. Acaba tudo em segundos.
O apresentador de TV que citei no início deste texto levou o susto que muitos, milhões levam ou levarão um dia;
tinha a vida dele nas mãos de dois motoqueiros. Ele imaginou sua jovem mulher ficar viúva e seus filhos órfãos. Agora ele é mais um que faz parte da estatística. Deu sorte, ele perdeu um Rolex. Tem gente que perde a vida.

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Numa das cenas mais chocantes do filme Tropa de Elite, capitão Nascimento, após comandar uma ação que resulta na morte de um traficante, esfrega o rosto de um estudante, que estava na favela consumindo drogas, em cima do sangue que sai do buraco aberto pela bala no peito do jovem morto e pergunta se ele sabia quem havia matado o rapaz. O estudante diz que foi um dos policiais do BOPE, ao que Nascimento responde:
“Um de vocês é o caralho! Quem matou esse cara aqui foi você. Seu viado, seu maconheiro, é você quem financia essa merda. A gente sobe aqui pra desfazer a merda que vocês fazem”

sábado, 22 de setembro de 2007

Em busca de melhores condições

Acompanhei as matérias da diáspora brasileira na ZH desde o dia que pisei em terra natal, nesta ultima segunda-feira. Vinda diretamente da Inglaterra, lia os depoimentos já com saudades do velho mundo.
Realmente é enorme o número de imigrantes no exterior. Em Londres é possível encontrar brasileiros em cada esquina. Dizemos que é uma “praga”. Onde pisamos escutamos o português ou o “brasileiro”, como se referem os estrangeiros a nossa língua materna. Cada brasileiro que conheci tinha uma história e um motivo para estar ali. Alguns buscavam apenas o aprendizado da língua, outros a experiência de vida, outros a paixão por viajar e muitos buscavam melhores condições de vida, condições estas não encontradas na terra natal.
No mesmo dia em que eu li a ultima matéria da diáspora de brasileiros para a Austrália publicada nesta última quinta-feira, li também a matéria que mostrava a miséria do nosso país somando hoje 32 milhões de miseráveis ganhando abaixo de R$ 125 mensais, um valor equivalente a 32 Pounds por mês, o que hoje se ganha com 4 horas de trabalho num pub londrino. E não é necessário ter a língua inglesa na ponta da língua. O numero de miseráveis do nosso país ultrapassa hoje a população da Austrália e da Nova Zelândia juntas. É assustador.
A maioria do povo brasileiro emigra buscando o emprego e o salário que não encontra aqui. Morar longe da família não é uma opção para estes brasileiros. E trabalhar no exterior e mandar dinheiro para a terra natal ajuda milhões de famílias brasileiras a saírem da linha da pobreza.
Discordo completamente no que li na entrevista da matéria sobre a diáspora de emigrantes de que quem paga o custo da emigração é o país natal. De forma alguma o país natal investiu anos de formação no sujeito que vai trabalhar fora. Pelo menos não deste sujeito que menciono aqui. A educação pública do nosso país esta longe de ser considerada um exemplo mundial e são pouquíssimos os brasileiros que tem o privilegio de estudar numa universidade federal. E com certeza são aqueles que não vão ao exterior em busca de ajuda financeira para sua família. Viver no exterior, para muitos, não é uma opção. E sim uma necessidade. É buscar o que o país natal não tem condições de oferecer. Eu conversei com gente que vive longe há anos, afastado da família, irmãos e filhos. Gente que esta ilegal, mas que se sujeita à saudade para sustentar as famílias no Brasil. Mesmo que o salário em relação à moeda local seja pouco, no exterior é possível ter um poder aquisitivo muito maior do que o que possuímos aqui. O brasileiro no exterior tem condições de compra, consegue em pouco tempo comprar o que deseja, sustentar-se e ainda enviar dinheiro para sua família. E com a diferença de câmbio em relação a nossa moeda se consegue comprar no Brasil o sonho que talvez, trabalhando aqui, nunca o teria alcançado.
Viver no exterior por opção é privilégio de poucos. E são pouquíssimos aqueles que tiveram a oportunidade de estudo e vão ao exterior para aprimorá-lo. Parte da diáspora brasileira de hoje é uma necessidade de muitos, quase uma luta pela sobrevivência. E pelo que acompanhei na mídia nos poucos dias em que estive aqui, a tendência é aumentar o número de emigrantes, já que a esperança de mudança para melhores condições de vida virou um sonho quase inalcançável no Brasil.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Ελλάδα, ou seja, Grécia!

Nada melhor do que tornar mais um sonho antigo em realidade. Depois da Turquia foi a vez da Grécia. Foram três ilhas (Rhodes, Santorini e Mykonos) e a capital Atenas. Rhodes só não é a primeira na minha lista porque Santorini tem um dos mais lindos pôr dos sóis que já vi na minha vida. Mas Rhodes tem uma das praias mais belas: Lindos. E é lindo mesmo. Um mar com um azul degrade, uma transparência que eu nunca tinha visto antes. Uma praia perfeita e meu destino favorito para uma possível lua de mel ;-)
Em Santorini percorremos a ilha com motocicletas de quatro rodas que alugamos próximo do hotel. A vila de Oya é a mais bonita da região e é conhecida como um dos locais com o mais belo pôr do sol do mundo. E è vero. Mas o que chamou mais minha atenção em Santorini é a Red Beach, a praia vermelha, criada através dos resquícios da erupção vulcânica na região.
Mykonos é o destino de festas e badalação, mas a época que fomos estava calma e não pegamos o ritmo famoso da cidade. Mas é uma ilha de praias belíssimas como Paradise e Super Paradise, destino de naturalistas e simpatizantes do nudismo.
A língua do país é realmente impossível de entender. Não é à toa que eles falam grego.
E óbvio, a pergunta que não quer calar: sim, fiz topless em todas as praias em que estive. (claroooooo!!!!)
A viagem acabou em Atenas num albergue com vista para o Parthenon e desejando todas as energias positivas dos deuses gregos :-)

praia vermelha em santorini

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Roberto Carlos? Zico? Brasilia? Isto é o Brasil dos Turcos

Um país dividido entre Europa e Ásia. Assim é a Turquia onde eu estive de férias. Um país onde a grande maioria é de religião muçulmana; um dos países mais exóticos da Europa (ou pelo menos na pequena parte dela).
A maior cidade, Istambul, é cortada pelo trecho de Bósforo, trecho este que tive a oportunidade de cruzar pisando em terras asiáticas e européias no mesmo dia.
Não há quem não fique encantado com a Turquia. Suas mesquitas dão um ar de magia e as rezas durante o dia fazem qualquer um sentir na pele o poder da religião no país.
O povo turco leva a fama há anos de negociador e eu não só comprovei como me diverti nas inúmeras negociações por produtos turcos. O Grand Bazaar, um dos maiores bazares do mundo, é repleto de tapetes, porcelanas, jóias e pedras semipreciosas como a pedra turquesa, a mais famosa entre elas.
Mas não basta ir a Istambul para conhecer a beleza da Turquia. Eu e mais cinco brasileiros percorremos 12 horas de ônibus com destino à Éfeso, cidade onde existia um dos maiores teatros do mundo, com capacidade para 25.000 espectadores de uma população total estimada em cerca de 400.000-500.000 habitantes. Era a quinta mais populosa cidade do império persa.
Seguimos viagem para a parte litorânea onde buscávamos o mar de azul turquesa. Fomos a Bodrum onde fizemos um passeio de barco de um dia e onde tivemos o privilegio de banhos em águas mais que transparentes. Dali partimos para Pamukkale, local considerado patrimônio mundial pela UNESCO, onde encontramos piscinas naturais de formação calcária. Com certeza um dos lugares mais bonitos que visitamos.
O destino final foi na cidade litorânea de Marmaris, onde conhecemos as praias de Çmeler e Fethiye. Com certeza a Turquia entrou na minha lista como um dos melhores destinos para visitar. Recomendadíssimo.

em Pamukkale


sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Ciao Ciao Roma... de novo










Nada melhor que ferias de verdade, ou seja, com sol.
Eu fugi deste tempo terrivel de Londres e fui a Roma visitar meu irmao e sua familia.
Estava quente e deu para aproveitar quase todos os dias na praia.
Que beleza!
Meus sobrinhos estao cada vez mais lindos e simpaticos.
A viagem foi otima e ja' estou com saudades!

na esquerda fazendo pose: Riccardinho
na direita o melhor beijo do mundo: Manu

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

pic-nic, pique-nique ou piquenique?

Seja o que for... dias de sol e calor devem ser aproveitados ao maximo, principalmente nesta terra. Ariane me disse esta manha: "Nao vamos reclamar do dia de hoje (nublado e com pouco sol) pois neste final de semana tivemos muito sol e calor!"
Eu nunca imaginei que eu fosse me ver nesta situacao: agradecer por um dia de sol como se fosse um milagre. E', isso e' Inglaterra. E isso sao escolhas. Entao ta', vamos tirar proveito do que escolhemos!
E' domingo, dia de ir ao parque e aproveitar o sol. O local escolhido foi Regent's Park. Os amigos eram gauchos e nao faltou chimarrao para matar a saudade (claroooo)
Bah, tava tri legal tche!

GLS 07

Esse final de semana foi perfeito. O sol apareceu com tudo na Inglaterra e os dias foram de ceu azul completo, sem nuvens!
Eu fui aproveitar o sabado de sol na cidade de Brighton (sul da Inglaterra) onde tem mar :-) Mas o objetivo nao foi ficar na praia e sim curtir o festival Gay Pride 07! Hehehehe Isso mesmo! Eu fui para a parada gay mais famosa da Europa!
Pegamos o trem pela manha, eu e meus cinco anjos da guarda, todos gays e m a r a v i l h o s o s !!! Pudera.... corre progesterona naquelas veias com certeza!
O festival estava LOTADO. Incrivel, nunca vi tanta gente feliz reunida... parecia carnaval. O encontro aconteceu num enorme parque de diversoes. Alem dos brinquedos, duas grandes tendas com musica tocando sem parar animavam o pessoal.
Eu acho que eu nunca me diverti tanto em toda minha vida. Todos os momentos foram otimos e a companhia melhor ainda.
Vou sentir saudades deste dia que ficara' marcado pra sempre na minha memo'ria. So' quem esteve la' sabe mesmo do que eu estou falando...
E sim, eu sou uma simpatizante. Com certeza.
:-))))

os mais gostosos: jordan and alex
(o que e' bom nao foi feito so' para olhar)

meus anjinhos

quarta-feira, 25 de julho de 2007

26 de julho de 2006

1 ano de Londres. 1 ano como londrina. 1 ano falando ingles. 1 ano pegando bus, tube, train. 1 ano de dias nublados; 1 ano de pouco sol. 1 ano na correria; 1 ano correndo atras. 1 ano se divertindo; 1 ano trabalhando. 1 ano indo ao pub, bebendo pint. 1 ano de novas amizades e saudade das antigas. 1 ano conhecendo novos lugares. 1 ano longe de casa. 1 ano sentindo saudade.
parece que foi ontem. o tempo passa rapido demais aqui. e' tudo novo... deve ser por isso que so' vejo os ponteiros rodarem e rodarem e rodarem. amanhece com sol, chove 'a tarde e ja' e' final do dia... nublado de novo. o tempo voou. tempo maluco.
e por que estou aqui? vim para viver. viver 1 ano diferente. curtir um novo ambiente, uma nova vibracao, respirar outro ar.
e assim o ano passou pra mim. rapido demais.
londres me fez bem.
mais 1 ano? com certeza.
mais 1 ano numa nova vibracao, num novo ambiente, num novo lugar ;-)